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By Translate Formação Católica

24 julho 2017

O MILAGRE EUCARÍSTICO DE TUMACO


O MILAGRE EUCARÍSTICO DE TUMACO
"Numa pequena ilha do litoral Pacífico, em pleno século XX, deu-se um acontecimento cuja grandeza lembra certos feitos extraordinários relatados nas Sagradas Escrituras!

Numa pequena ilha do litoral Pacífico, em pleno século XX, deu-se um acontecimento cuja grandeza lembra certos feitos extraordinários relatados nas Sagradas Escrituras!

Oficial - Circular - Urgente. Bogotá, 6 de fevereiro de 1906. Governadores, por ordem do Excelentíssimo Senhor Presidente transcrevo seguintes notícias: Tumaco, 31 de janeiro. Hoje às 10h da manhã terrível terremoto. Algumas casas desmanteladas; barracas afundadas; vários armazéns destruídos. [...] Pânico geral, pois o mar ameaça terrivelmente".

Com este dramático telegrama enviado da capital para todo o país, Colômbia tomava conhecimento do acontecido em Tumaco, ilha do litoral sudoeste, parcamente habitada naquele tempo: um movimento sísmico de grandes proporções prenunciava a chegada de um devastador tsunami! E não era a primeira vez que uma onda gigante ameaçava submergi-la...

Uma ilha castigada pelo mar

Dois séculos antes, em 1738, Dom Pedro Vicente Maldonado, governador da antiga província de Esmeraldas, à qual pertencia a ilha, descrevia a realidade com a qual se deparara ao visitar a cidade: "Tumaco estava afastada seis léguas" - medida que equivale a aproximadamente 5,5 km - "da costa [...]. Contava com três quartos de légua de circunferência, tinha o solo arenoso, com árvores frutíferas, e o mar, há pouco, desenterrara os defuntos sepultados na igreja. Possuía 300 habitantes...".

Quantas vezes as águas terão castigado este território insular? É curioso notar que em 1906 a ilha contava com 2,5 mil habitantes, e doze anos mais tarde, mesmo tendo passado por várias catástrofes, a população já excedia o número de 22 mil... Por acaso sua gente era atraída pelo risco?

Um pitoresco relato da época, elaborado por um escritor natural da região, parece responder a esta pergunta, quando descreve a relação que havia entre o mar e aquelas ilhas: "Nascidas, embelezadas e já habitadas as criaturinhas, este Saturno3 desapiedado começa a pretender engoli-las. Muda o curso de suas correntes para pegá-las desprevenidas; levanta avalanches inusitadas para atacá-las por detrás; agita-se no seu leito de conchas e corais este monstro irrequieto, para arrancá-las de cima de si, como se lhe fizessem cócegas, tal qual as moscas nas costas de um cavalo. Então os homens incautos, que edificaram sobre areia, levantam seus gritos ao Céu e fazem memoriais ao governo".